Aprenda a liderar e deixe de ser um gestor Frouxo

Aprenda a liderar e deixe de ser um gestor Frouxo

 

A definição de liderança representa a capacidade de estimular pessoas a alcançar um objetivo. O líder utiliza a palavra e o exemplo para transmitir ideias que favorecem o trabalho em equipe e o desenvolvimento individual de cada liderado.

 

Liderar é uma prerrogativa de suma importância para o mundo dos negócios. Em um ambiente onde a gestão alinhada com as estratégias de marketing são tão necessárias, liderar significa dar várias passos para a consolidação de acertos fundamentais.

 

Em meio a uma série de cobranças, pedidos de clientes na última hora, modificações de rota, contratempos na gestão financeira, entre outros desafios cotidianos, ter um bom líder para colocar tudo em ordem e manter a equipe atuante e motivada é essencial.

 

Liderança: Conceito

 

 

Liderança é a habilidade de motivar e inspirar pessoas de forma positiva. Na liderança, essa motivação vem muito mais pelas atitudes práticas do líder do que propriamente dito pelas palavras que ele diz.

 

No conceito de liderança, o líder busca influenciar e conduzir a equipe na luta por um mesmo objetivo, contando sempre com a participação de todos e abrindo portas para que a equipe possa participar do processo.

 

O líder comumente é confundido com um chefe, mas as características desses dois perfis, são completamente distintas, já que um pensa na coletividade e outro na autoridade, mais a frente você irá conferir as diferenças entre eles.

 

O famoso autor John Calvin Maxwell, que escreveu mais de 60 livros, sendo que a maioria deles sobre liderança, descreve-a da seguinte forma:  “Liderança não é sobre títulos, cargos ou hierarquias. Trata-se de uma vida que influencia outra”.

 

“As pessoas não querem um chefe amigo. Querem um líder que as ajude a alcançar metas”

 

Os empreendedores que que ajudam seus colaboradores a definir e alcançar suas metas tem times mais engajados, produtivos e criativos. É de grande valia realizar reuniões semanais ou até mesmo mensais para definição e revisão de metas. “Isso assegura que os empresários estão de olho no que está acontecendo e que os times estão recebendo o suporte de que precisam”.

 

É claro que é bem melhor ser um chefe respeitoso (e respeitado) do que ser o camarada de todo mundo. “Há um equívoco de que sua equipe vai te odiar se você não pegar leve com eles”. Na verdade, ser um frouxo prejudica a lealdade do funcionário e sua produtividade.

 

Um bom líder sabe quando é hora de relaxar e quando é hora de trabalhar duro. Se você encontrar esse equilíbrio, sua equipe irá te agradecer a longo prazo.

 

Quem acredita que amar e servir as pessoas num ambiente profissional é coisa de líder frouxo?

 

James Hunter no Livro De Volta ao Mosteiro, da Editora Sextante, falando sobre o impacto da liderança servidora nas organizações defende a seguinte tese:

 

“Os grandes líderes servidores que conheci, eram tudo, menos frouxos.

Na verdade, eu os descreveria mais como cães da raça pit bull, em matéria de afagar e dar palmadas.Quando é hora de homenagear as pessoas, demonstrar respeito, reconhecimento, construir relações, celebrar o sucesso e festejar com seu pessoal, os grandes líderes servidores são os primeiros da fila!Por outro lado, quando é hora de serem rigorosos, de darem palmada, eles também são os primeiros.E dar palmada significa fazer com que as pessoas se responsabilizem pelos resultados do trabalho, incentivá-las para chegarem à excelência, supervisioná-las de perto, proporcionar formas de aprimoramento contínuo, cobrar, não aceitar mediocridade.Os grandes líderes têm a habilidade de encontrar o ponto ideal entre afagos e palmadas.Trabalhar com um líder que funciona assim é um privilégio.”

Neste vídeo eu explico algumas ações que podem fazer você começar a rever certos pontos e se comportar como um líder realmente produtivo e que se mostra sempre pronto para resolver os problemas do seu negócio, ou daquele que você gerencia.

 

Pense de fora para dentro. Muitos empresários são pensadores avançados que iniciam a mudança, mas quando confrontados com a tempestade do dia-a-dia do negócio tornam-se excessivamente focados em operações internas, nas questões do negócio e problemas para resolver.

Isso faz com que o executivo tenha um ponto de vista interno. Henry Ford disse a famosa frase: “Se eu perguntasse a meus clientes o que eles queriam, eles diriam cavalos mais rápidos“. Mas ele ainda tinha uma visão externa.Steve Jobs tinha uma visão semelhante, mas ele ainda testava e media as suas ideias para obter uma visão do mundo real nos valores do cliente. Essas são típicas atitudes de um bom líder, fadado ao sucesso.

Modos de ações de um líder

 

De acordo com o Paul Hersey e Kenneth Blanchard, sob a influência da liderança situacional, existem quatro estágios distintos de maturidade numa organização e, estes influenciam diretamente no estilo de agir do líder para alcançar o sucesso da gestão do pessoal:

 

Modo 1 • Determinar – neste nível, os autores classificam a maturidade dos liderados como baixa para executar determinada tarefa, uma vez que estes não sentem plena confiança em suas capacidades ou mesmo vontade para executar as tarefas, e para que sejam cumpridas, o líder deve delegar e acompanhar de perto a execução.

Modo 2 • Persuadir – neste nível entendemos que o colaborador tem maturidade de média a moderada, e suficiente para cumprir a tarefa, porém não as habilidades que a mesma exige. Neste caso, o líder situacional além de direcionar o trabalho, deve apoiá-lo e incentivá-lo para que alcance a autoconfiança e motivação necessárias para agir.

 

Modo 3 • Compartilhar – neste nível o colaborador tem a maturidade entre moderada e alta, e as habilidades para executar a tarefa, porém não tem interesse em ajudar o líder. Esta indisposição pode estar relacionada a fatores como desmotivação e falta de confiança em seu trabalho e, o papel do líder buscar sua participação e colaboração na tomada de decisões.

 

Modo 4 • Delegar – no último nível encontramos o colaborador com maturidade alta e, com habilidades e a disposição que a tarefa exige. Neste nível o líder não precisa apoiar e direcionar efetivamente seu trabalho, uma vez que o colaborador tem autonomia e a confiança do líder para criar as melhores soluções e executá-las, independente de seu acompanhamento.

 

“Os colaboradores começam a entender esse tipo de liderança, pois graças a ele os liderados são capazes de entrar no ciclo de desenvolvimento e não sentirem-se esquecidos ou meros executores. O líder situacional cria potenciais sucessores e equipes extremamente eficazes”.

 

 

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